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Tratamentos

Enxerto ósseo dentário em Perdizes, São Paulo

Ouvir que "não tem osso suficiente para o implante" costuma soar como uma porta que se fecha. Na maioria das vezes, não é. O enxerto ósseo existe justamente para reconstruir essa base e tornar o implante possível. É um procedimento que o Dr. Marcelo Martins de Freitas realiza como parte da rotina em implantodontia.

Entendendo o tratamento

O que é o enxerto ósseo

O enxerto ósseo é o procedimento que devolve volume ao osso da maxila ou da mandíbula quando ele diminuiu. Acrescenta-se material ósseo à região que perdeu estrutura, e o organismo, com o tempo, transforma esse material em osso próprio.

O objetivo é simples de entender: um implante precisa de osso ao redor para se manter firme, como um poste precisa de terreno. Quando falta altura ou espessura, o enxerto prepara esse terreno antes.

Vale dizer com clareza: enxerto não é sinônimo de caso perdido nem de tratamento interminável. É uma etapa preparatória, prevista e planejada, que em muitos casos é o que permite a alguém voltar a ter um dente fixo depois de anos.

Sala de radiografia digital do Ateliê da Odontologia, em Perdizes, onde se avalia o volume ósseo antes do enxerto

A causa

Por que o osso diminui com o tempo

O osso da boca se mantém porque é estimulado. Cada mordida gera uma força que chega até ele através da raiz do dente, e esse estímulo é o que diz ao corpo que aquela estrutura continua sendo necessária.

Quando o dente é perdido, a raiz vai junto. Sem ela, a região deixa de receber estímulo e o organismo vai reabsorvendo aquele osso ao longo dos anos. É um processo silencioso, e por isso costuma surpreender: a pessoa procura o implante uma década depois da extração e descobre que a base mudou.

Há ainda outras situações que reduzem o volume ósseo, como extrações mais difíceis, doença na gengiva não tratada, alguns traumas e o uso prolongado de prótese removível apoiada diretamente sobre a gengiva.

Em que situações

Quando o enxerto costuma ser necessário

Quem define é a avaliação com radiografia, mas estes são os cenários mais comuns:

Dente perdido há anos

O caso mais frequente. Quanto mais tempo sem a raiz, maior a chance de o osso da região ter diminuído.

Uso longo de dentadura

Próteses removíveis se apoiam na gengiva, não no osso, e ao longo dos anos a estrutura tende a se reduzir.

Osso fino demais

Há altura, mas falta espessura para envolver o implante por completo e mantê-lo protegido.

Doença gengival anterior

Inflamações prolongadas na gengiva podem comprometer o osso de sustentação ao redor dos dentes.

Após uma extração difícil

Em alguns casos o enxerto é feito logo na extração, para preservar o volume que existe ali.

Região dos dentes de trás

Na parte superior, a proximidade com o seio maxilar às vezes exige preparo específico da região.

Passo a passo

Como o enxerto acontece no Ateliê

1

Medir o que existe

A radiografia digital mostra a altura e a espessura do osso na região. É esse exame que responde se o enxerto é mesmo necessário e de que tamanho.

2

Planejar o conjunto

O enxerto não é pensado sozinho, e sim junto com o implante que virá depois. Planejar os dois ao mesmo tempo evita refazer etapas.

3

A cirurgia

Feita no consultório, com anestesia local. O material é posicionado na região que precisa ganhar volume e protegido para que o organismo trabalhe sobre ele.

4

Maturação

O período em que o enxerto se transforma em osso capaz de sustentar o implante. Leva alguns meses e é acompanhado de perto.

5

O implante

Com a base pronta, segue-se para a instalação do implante e, mais adiante, para a prótese definitiva.

Quem conduz: Dr. Marcelo Martins de Freitas, CRO-SP 39687, pós-graduado em Implantodontia e Cirurgia Avançada pela Universidade da Flórida, com experiência em implantes desde 1991. O Ateliê atende de 1 a 3 pacientes por dia, o que garante tempo para cirurgias que pedem precisão.

Dúvidas comuns

Perguntas sobre enxerto ósseo

O que é enxerto ósseo dentário?

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É o procedimento que devolve volume ao osso da maxila ou da mandíbula quando ele diminuiu. Acrescenta-se material ósseo à região, e com o tempo o organismo o transforma em osso próprio, criando a base firme que um implante precisa para se sustentar.

Por que o osso diminui depois que se perde um dente?

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O osso se mantém porque é estimulado pela mastigação, que chega até ele através da raiz do dente. Sem a raiz, aquela região deixa de receber esse estímulo e vai perdendo volume ao longo dos anos. É por isso que quem perdeu um dente há muito tempo tende a precisar de enxerto antes do implante.

Enxerto ósseo dói?

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O procedimento é feito com anestesia local, então não há dor durante a cirurgia. Nos primeiros dias é comum haver inchaço e desconforto na região, controlados com a orientação passada pelo dentista. A intensidade varia conforme o tamanho da área tratada, que é avaliada antes de começar.

Quanto tempo leva entre o enxerto e o implante?

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O enxerto precisa de um período de maturação até virar osso capaz de sustentar o implante, o que normalmente leva alguns meses. É um processo biológico e não pode ser encurtado. Em algumas situações, enxerto e implante podem ser feitos na mesma cirurgia, e é a avaliação que define isso.

Todo mundo que vai fazer implante precisa de enxerto?

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Não. Muitos pacientes têm volume ósseo suficiente e vão direto para o implante. O enxerto entra quando a avaliação mostra que falta osso em altura ou espessura na região. Só a radiografia e o exame clínico respondem isso com segurança.

Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a consulta. Cada caso precisa de avaliação individual antes de qualquer indicação.

Primeiro passo

Descubra se o seu caso precisa de enxerto

Muita gente adia o implante por ter ouvido, anos atrás, que não tinha osso. Vale reavaliar: a conversa inicial e a radiografia mostram exatamente onde o seu caso está hoje.

R. Cardoso de Almeida, 788, Cj. 102, Perdizes, São Paulo. Segunda a sexta, das 08:00 às 18:00.